Projetamos um jardim denso que abraçasse e harmonizasse com a arquitetura. Como continuidade da faixa vermelha presente na arquitetura, pensamos em uma faixa de russélias vermelhas em toda extensão das jardineiras. A intenção foi dessa vegetação cair sobre a mureta, cobrindo-a e dando unidade e amplitude ao espaço.

As palmeiras vieram emoldurar a arquitetura , valorizando-a e conduzindo o olhar do observador para um foco específico. No centro das jardineiras o trio de bromélias odoratas (Alcantarea odorata) com seu tom prateado se destacam sobre a massa verde do jardim. As cores vermelhas presentes nas alpinias e russelias, se complementam com o amarelo da zerumbete (alpinia zerumbet), grama amendoim (Arachis repens) e flor do pau Brasil (Paubrasilia echinata). Este foi escolhido a dedo para dar um toque todo especial ao projeto. Uma árvore nativa se encaixou perfeitamente na paleta de cor do projeto. Ela se destaca por ser praticamente única em todo o seu entorno, uma vez que Itaperuna tem pouquíssimas árvores. Foi um pedido inclusive do arquiteto, que chegou na cidade e percebeu tamanha falta de árvores.

Todo esse conjunto de plantas resultam em um jardim que abraça cada pessoa que passa em frente ao hospital, mas principalmente aqueles que sobem sua escada. Pensamos desde o início em um
JARDIM QUE CURA! 🙏🏽🦋

Projeto realizado em parceria com a paisagista Flávia Nunes.
Crédito Arquitetura: Cláudio Vigo @claudiovigoarq)

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Profissional

Angelica Zan


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