ESPÉCIES VEGETAIS APRESENTADAS DE UMA FORMA DIFERENTE, SIMPLES E DESCONTRAÍDA! CONTEÚDO CRIADO POR PROFISSIONAIS EXPERIENTES.

CASO QUEIRA COLABORAR COM O PLANTA FALADA, PREENCHA O FORMULÁRIO NO LINK ABAIXO (SUJEITO A APROVAÇÃO DA CURADORIA)!

ANTÚRIO BROWNI

NOME CIENTÍFICO: Anthurium brownii

DESCRIÇÃO: 
Hastes longas, projetando as folhas brilhantes, retorcidas e alongadas, em formato decoração. Textura firme, nervuras amareladas. Floração roxa e fina, característica deste gênero botânico, sem grande apelo ornamental. Originária da América Central, gosta de ambientes sombreados, solos drenados e ricos em matéria orgânica.

CURIOSIDADE: 
“Antúrio não é filodendro, antúrio é chato de fazer.”
É assim que o produtor João Marcio Mello, do Rio de Janeiro, descreve a produção do Anthurium brownii.
Ainda como estudante, enquanto participava de um dos famosos almoços festivos oferecidos por Burle Marx, ganhou das mãos do mestre uma única muda de Anthurium brownii. Foi a partir desse presente especial que começou a observar a espécie e gerar novas mudas da planta ao longo de décadas.
É um caso clássico de planta pouco produzida por ser pouco utilizada no paisagismo. Exige dedicação e muita observação, com pouquíssima referência bibliográfica de apoio. O produtor reduz a produção, mas não desiste. Continua firme, multiplicando as “netinhas” descendentes da planta que ganhou de um dos maiores mestres do paisagismo brasileiro.
E ainda bem que continuou! Hoje, o Anthurium brownii é uma espécie de difícil acesso que tem sido cada vez mais valorizada, junto a diversas plantas tropicais que invadiram as novas tendências mundiais de paisagismo.
Um verdadeiro xodó e uma adição de respeito para qualquer composição!

COLABORADORA: Claudia Leandro / www.plantacaolocal.com.br


DAMA DA NOITE ou CACTO ORQUÍDEA

NOME CIENTÍFICO: Epiphyllum oxipetalum

DESCRIÇÃO: 
Cactácea nativa da América Central, que pode atingir mais de 3 m de altura. É uma planta epífita, muito ramificada e com raízes aéreas, sendo a espécie mais comum dentre as variedades de Epiphyllum.
Existe ainda outra espécie  com o nome popular de Dama da Noite, porém pertencente à outra família e gênero.

CURIOSIDADE: 
Cada flor, branca, com cerca de 20 cm, se abre apenas uma vez, por volta das 23:00 e morre ao amanhecer. 
Como outras flores noturnas, a Dama da Noite exala um perfume intenso para atrair as mariposas, seus únicos polinizadores.

COLABORADORA: Jacqueline Frois / @jacquefroispaisagismo


DORMIDEIRA, SENSITIVA, DORME-DORME ou NÃO ME TOQUES

NOME CIENTÍFICO: Mimosa pudica

DESCRIÇÃO: 
Olá… meu nome é Mimosa pudica mas você deve me conhecer por Dormideira, Sensitiva, Dorme-Dorme ou Não me Toques. Sou da família Fabaceae, a mesma das leguminosas que produzem frutos em vagens como o feijão e a ervilha.

CURIOSIDADE: 
Sabe por que fecho minhas folhas ao ser tocada? Por puro instinto de autoproteção, uma defesa natural quando percebo um possível “ataque”. 
Quando alguém me toca ou cai uma gota de chuva em mim ou ainda a temperatura aumenta muito, o Cálcio e o Potássio que estão nas células da base das folhas, direcionam a água muito rapidamente para o espaço que existe entre essas células, fazendo com que eu murche e encolha minhas folhinhas…
Mas ainda bem que isso passa rápido. Depois de um tempo sem ser tocada, restabeleço o equilíbrio de água e minhas folhas voltam a abrir. Que bom!!!

COLABORADORA: Jacqueline Frois / @jacquefroispais


ESPIRRADEIRA

NOME CIENTÍFICO: Nerium oleander

DESCRIÇÃO: 
Sou um arbusto encantador, originário da  Europa e Mediterrâneo, posso atingir 5 metros de altura, com flores brancas, rosas ou vermelhas, dobradas ou simples, que surgem de Setembro a Março.
Também posso ser conduzido como arvoreta através de podas adequadas.

CURIOSIDADE: 
Você sabe que sou tão belo quanto perigoso?
Sou considerado como uma das plantas mais venenosas do mundo pois em minhas folhas, flores, caule e sementes existem dois dos mais potentes venenos, a oleandrina e a neriantina, conhecidos por seu efeito devastador no coração.
O contato ou a ingestão do látex pode causar dor e queimação na boca, salivação, náuseas, vômitos intensos, cólicas abdominais, diarreia, tonturas e distúrbios cardíacos.
A ingestão de uma simples folha pode matar uma criança.
Portanto, abuse da minha beleza nos jardins mas com cautela…

COLABORADORA: Jacqueline Frois / @jacquefroispaisagismo


GLORIOSA, GARRAS DE TIGRE, LIRIO TREPADEIRA

NOME CIENTÍFICO: Gloriosa rothschildiana

DESCRIÇÃO: 
É uma planta espetacular que pertence à mesma família dos Lírios. É muito resistente e de crescimento rápido, podendo atingir até 2 metros de altura.
Na extremidade das folhas apresenta gavinhas, que se prendem facilmente à estruturas que a conduzam mas também podem ser plantadas em vasos.
Florescem entre a primavera e verão mas no inverno entra em repouso, perdendo suas folhas.

CURIOSIDADE: 
As flores tem um formato peculiar e bem chamativo pois as pétalas onduladas, amarelas na base e vermelhas nas extremidades, são recurvadas e invertidas, o que garante o espetáculo.

COLABORADORA: Jacqueline Frois / @jacquefroispaisagismo


IPÊ AMARELO ou IPÊ AMARELO CASCUDO

NOME CIENTÍFICO: Handroanthus chrysotrichus

DESCRIÇÃO: 
O Ipê-amarelo é uma árvore de pequeno a médio porte não ultrapassando os 10 metros de altura total. Excelente opção para o paisagismo, as suas raízes não são agressivas, eles não ocupam grandes espaços nos jardins residenciais e proporcionam um lindo efeito visual.

CURIOSIDADE: 
O nome Ipê se origina da língua indígena que significa casca dura e os índios utilizavam a madeira dessas árvores para fazerem os seus arcos de caça e defesa. 

Você sabia que o Ipê amarelo é considerado uma PANC (Plantas alimentícias não convencionais)? A nossa flor nacional, além de linda é comestível.
Além do seu papel ornamental, as suas flores podem ser consumidas de forma crua, em saladas ou cozidas e preparadas de diversas formas: refogadas, salteadas, empanadas … são uma boa pedida como aperitivos.
Seu sabor tem um leve amargor similar a alface ou almeirão.
Prepare a mesa para ter mais essa opção no seu cardápio, entre os meses de Agosto a Setembro, período em que ocorre a sua floração.

COLABORADORA: Patricia Foroni / www.oficinadopaisagista.com.br


IPÊ BRANCO

NOME CIENTÍFICO:  Tabebuia roseoalba ou Hodroanthus roseoalbus

DESCRIÇÃO: 
Além de ter esse ótimo apelo para ser usado no paisagismo, vale destacar que suas raízes não são agressivas e que o seu porte mediano também favorece o seu amplo uso.
Podendo ser aproveitado para ornamentar uma grande variedade de jardins, seja ele residencial, comercial, industrial, parques, etc…
Vale também lembrar que o Ipê branco mantém suas folhas durante o verão, ajudando assim na projeção de sombra e sensação de frescor, e perde as suas folhas no final do inverno, permitindo desta forma a maior incidência de entrada de luz e calor, momento no qual dá início à sua florada.

CURIOSIDADE: 
O nome Ipê se origina da língua indígena que significa casca dura e os índios utilizavam a madeira dessas árvores para fazerem os seus arcos de caça e defesa. 

O Ipê branco também é considerado uma PANC (Plantas alimentícias não convencionais), ou seja é uma árvore comestível!!
Quem imaginaria fazer um aperitivo com as flores do Ipê branco?!
Da sua bela inflorescência, além de admirá-la podemos também consumir suas flores cruas, salteadas, refogadas e ou até empanadas!! 
Vale a pena experimentar! Mas temos que aproveitar este banquete rápido, já que a sua florada não é tão duradoura.
Aproveite todas as suas vantagens para projetar um belo jardim. Sucesso!!

COLABORADORA: Patricia Foroni / www.oficinadopaisagista.com.br


MANACÁ DA SERRA

NOME CIENTÍFICO:  Tibouchina mutabilis

DESCRIÇÃO: 
Árvore nativa do Brasil, excelente para o paisagismo urbano pois suas raízes não são agressivas e apresenta crescimento rápido, chegando a 12 m de altura. Há ainda uma variedade anã que atinge cerca de 3 m de altura. 
Sua floração ocorre na primavera e verão com flores que nascem brancas e e gradativamente passam pelo rosa até chegarem na cor violeta. 

CURIOSIDADE: 
As flores nascem brancas, depois adquirem a cor rosa, passando pelo lilás, até chegarem ao arroxeado. Essa variação de cor das flores é devida ao amadurecimento diferencial dos órgãos sexuais masculinos e femininos.
As brancas, recém abertas, são as femininas que, portanto, recebem pólen de fora e as roxas ou lilases, que são as flores mais maduras, são as masculinas, que  liberam pólen.

COLABORADORA: Jacqueline Frois / @jacquefroispaisagismo


PAU-BRASIL ou PAU-PERNAMBUCANO ou IBIRAPITANGA

NOME CIENTÍFICO:  Paubrasilia echinata

DESCRIÇÃO: 
Árvore de copa densa e folhagem lisa e brilhante. 

CURIOSIDADE: 
Os índios chamavam o Pau-brasil de Ibirapitanga “madeira vermelha” que era usada além da tinta que tingia de vermelho os trajes nobres também na construção civil e naval. Ainda é considerada uma das melhores madeiras pra confecção de arco de violino.
Recentemente o Pau-brasil ganhou um gênero, Paubrasilia.

COLABORADORA: Flávia Nunes – Professora de Paisagismo na Associação de amigos do Jardim Botânico RJ / @flavianunes_paisagista


PAU-D’ÁGUA AMARELO

NOME CIENTÍFICO:  Dracaena fragrans ‘Lindenii’

DESCRIÇÃO: 
Arbusto de origem Africana que atinge 6 metros de altura. Suas folhas são largas e pode ser usado como cercas vivas ou como destaque no jardim ou em vasos. Sua flores são muito perfumadas e por isso também é conhecido como uma das Dama-da-noite. Tolerante a sol pleno e meia sombra. 

CURIOSIDADE: 
Diferente do Pau-d’água mais comum, sua “estampa” é invertida e com amarelo predominante. Se preferir a planta mais cheia de folhas e dar nova forma à sua planta pode cortar a haste e passar parafina pra proteger o corte que dentro de alguns dias ela brotará com novas folhas. Dica de limpeza é o uso da água da borra de café pra limpeza e brilho natural principalmente em plantas que ficam em interiores.

COLABORADORA: Flávia Nunes – Professora de Paisagismo na Associação de amigos do Jardim Botânico RJ / @flavianunes_paisagista


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