Contrato de prestação de Serviços – por João Jadão

Dia desses me deparei com o banner abaixo, e imediatamente pensei:  a Vidente Morgana traz o amor impossível, e garante em contrato!!

Lembrei que um dos pedidos aqui do Papo de Paisagista era falarmos sobre contrato, então aí vai…

O Contrato de Prestação de Serviços é o instrumento que vai formalizar o negócio jurídico firmado entre as partes, onde o prestador se obriga a realizar alguma atividade em troca de uma remuneração do tomador.

Ali se asseguram os direitos e deveres assumidos pelas partes, e portanto quanto mais detalhado, melhor.  Se traduz em uma garantia para quem está contratando e para quem está sendo contratado.

As principais Cláusulas de um contrato são:
Qualificação das partes – O objeto do contrato – As obrigações do Contratado e Contratante – Preço, condições e prazo de pagamento – Reajuste – Vigência – Rescisão – Multa e penalidades – Assinatura de ambas as partes e de testemunhas.

É claro que o ideal é consultar um advogado para a confecção de um contrato que atenda suas necessidades e que seja juridicamente válido.

Dependendo da natureza dos serviços, se é projeto, execução ou manutenção de jardim utilizo contratos mais simplificados ou um pouco mais complexos.

A ANP – Associação Nacional de Paisagismo oferece aos seus associados uma assessoria jurídica que pode sanar suas dúvidas.

E claro, também podemos trocar informações e contratos entre nós. 

Se até a vidente está garantindo seu serviço em contrato, porque nós paisagistas não vamos garantir ?

Honorários de Projeto de Paisagismo – por João Jadão

Tema bastante polêmico em qualquer “papo de paisagista”, honorários de projeto desperta interesse e também aflora opiniões, paixões e confusões por parte do mercado, que nem sempre entende a necessidade da contratação de um projeto (clientes pessoas físicas principalmente).

É preciso esclarecer ao cliente a complexidade das atividades desenvolvidas na elaboração de um projeto, deixando claro suas etapas (Estudo Preliminar, Ante Projeto, Projeto Executivo, Projeto de Plantio, Projetos Complementares, etc.) e de que forma serão apresentadas. 

A formação dos honorários deve considerar a abrangência do projeto, custos diretos e indiretos, encargos sociais, regionalismo, expertise profissional, dentre outros fatores e justamente por isso, diferem a cada caso.

Alguns Conselhos e Associações profissionais tem suas tabelas, que por vezes apontam valores completamente fora da realidade, e por isso devem ser encaradas como um parâmetro na negociação cliente x profissional.

O importante é VALORIZARMOS SEMPRE NOSSA PROFISSÃO, não deixando de cobrar pela elaboração de um projeto de paisagismo, independente da fase de nossa carreira.

A valorização profissional começa por NÓS ! Bons projetos a todos !

Vamos interagir? por João Jadão

E assim começo minha tarefa de escrever ao nosso Papo de Paisagista um Post com um assunto que represente efetivamente um aprendizado, troca de informações e experiências.

Me pego pensando em quem somos:  Paisagistas?  Jardinistas?  Como atuamos no mercado?  Área pública, privada, corporativa?  Qual a experiência ou desejo de saber de cada um de nós?

Vários assuntos me vem a mente, iniciando por projeto de paisagismo e quanto cobrar por ele, passando pela execução de jardins e seus percalços, e finalmente, chegando na manutenção de áreas verdes e seus desafios.  Como atuar em cada uma dessas etapas, como redigir uma proposta, um contrato e até um termo de entrega de obra. 

Enfim, temos muito assunto pela frente.   Mas nesse momento, quero a ajuda de cada um de vocês para conhecê-los melhor, saber de onde são e como atuam, e quais os assuntos de maior interesse.

Vamos interagir?  Comentem no Post! Sobre que assunto quer saber?