Está calor aí? que tal um chuveirão no seu jardim? por Juliana Freitas

Quem aqui ainda está curtindo as férias? Estamos em pleno verão e sorte de quem pode aproveitar esse calor à beira de uma piscina ou nas praias lindas desse Brasil.

Estou aqui hoje para falar de um equipamento paisagístico que cai muito bem nesses tempos quentes e que eu adoro projetar, são os chuveirões!!!

Projeto Juliana Freitas e Lica Cukier (Foto: Gabriel Rosa)
Projeto Juliana Freitas e Lica Cukier (Foto: Gabriel Rosa)

Tem hora que não existe nada melhor do um banho de água fria, literalmente, se o cenário for convidativo e cheio de charme, fica melhor ainda.

E o paisagista é justamente o profissional que poderá transformar esse simples momento em algo especial, tudo depende do contexto e da criatividade.

Ducha embutida em ripado de madeira – Projeto Juliana Freitas e Andrea Reis (Foto: Karina Burigo)

Usando essa tal criatividade e muita vontade de criar ambientes diferentes, já inventei ducha que sai do meio das plantas, chuveiro que é destaque no jardim e tem o paisagismo apenas como moldura ou pelo contrário, fica bem discreto no meio de um ripadinho de madeira, enfim, para mim o importante é não ser óbvio e ter um charme a mais.

Ducha destaque no jardim – Projeto Juliana Freitas e FGMF
Projeto Juliana Freitas (Foto: Gui Morelli)
Projeto Juliana Freitas (Foto: Gui Morelli)
Projeto Juliana Freitas

Esses foram alguns dos Chuveirões que já instalei por aí e espero que tenha sido um banho de inspiração e boas referências tanto para quem deseja ter um chuveirão em casa quanto para quem projeta e leva essa ideia para seus clientes.

Bom verão à todos e até o próximo Papo de Paisagista!!!

#ficaadica – por Chris Lara

Vamos falar de uma ferramenta de busca que vem competindo com o Google quando o assunto é pesquisa de imagens, produtos e fornecedores de serviço: as hashtags (#) no Instagram.

Elas funcionam como um canal de pesquisa, permitindo que pessoas encontrem perfis e conteúdos associados ao tema pesquisado, seja ele mais genérico, como a nossa queridinha #paisagismo, ou mais específico, como por exemplo, #jardimverticalnatural, que mostra um tipo de serviço específico.

O algoritmo do Instagram seleciona publicações relacionadas à pesquisa e mostra posts que, além de conter a #, tenham gerado engajamento com outros usuários, separando-os por “mais relevantes” e “recentes”. Ou seja, não bastar sair colocando #, é preciso que o conteúdo seja de qualidade. Por isso, o indicado é usar uma hashtag quando ela for relevante e quando ela realmente descrever o post de algum modo.

Por exemplo, você posta uma foto de um arranjo com suculentas em uma mesa de jantar e inclui as #urbanjungle, #jardim e #suculentas. Pode ser que quem chegue à sua postagem pesquisando as duas primeiras hashtags se decepcione por não encontrar exatamente o que estava procurando. Já quem pesquisou por #suculentas pode gostar do que encontra, curtir a postagem e mostrar para o algoritmo do Instagram que o seu conteúdo era o que ele procurava.

Um possível caminho para escolher as # que vai usar é dividi-las por:

  • Nicho: por exemplo, no nosso caso poderia ser #paisagismo.
  • Conteúdo: aqui você pode explorar hashtags que resumem o conteúdo da publicação (nome da planta, tipo de projeto, jardimdesombra…).
  • Local: como forma de limitar geograficamente sua área de atuação ou mostrar um local específico da imagem.

Não vou entrar no mérito de quantidade de hashtags ou se é melhor coloca-las no comentário ou no feed, simplesmente porque acho que o caminho não é esse. Foque em merecer a audiência do seu público sendo coerente. A partir daí, o alcance é consequência.

#fica a dica: não coloque suas hashtags no piloto automático e lembre-se do mantra “Faça com o outro o marketing que gostaria que fizessem com você”.

O que é mulch – por Gabriel Kehdi

Quem busca a respeito de tendências na jardinagem e paisagismo provavelmente já encontrou esse termo. O mulch não é só benéfico, é essencial. Mas o que é isso?

Foto: LouAnn Clark, via Pixabay

Vamos direto ao ponto: mulch, ou mulching, é o nome em inglês para cobertura do solo com algum material que não seja plantas vivas. Qualquer coisa usada para cobrir o solo, seja folha seca, fibra de coco, casca de pinus, substrato, pedrisco, palha, argila expandida, conchas, qualquer coisa mesmo, recebe o nome de mulch.

Vidro sendo utilizado como mulch no Parque Amantikir, Campos do Jordão – SP
Foto: Gabriel Kehdi

Quando deixamos o solo exposto, deixamos a terra do jardim suscetível ao ressecamento, ao aquecimento excessivo, à erosão, a plantas daninhas, à compactação. Para evitar todos esses efeitos negativos utilizamos algum tipo de cobertura orgânica ou inerte. Assim o mulch favorece a retenção e umidade no solo, redução da temperatura, redução dos efeitos erosivos, redução da propagação de plantas daninhas, incremento da matéria orgânica (dependendo do material), favorecimento dos microrganismos benéficos do solo, redução da compactação superficial.

Mas há um jeito certo de fazer a cobertura do solo para beneficiar as nossas plantas, e não é tão intuitivo assim.

(Abaixo: Canteiros de árvores em Nova Iorque cobertos com folhas secas e triturado de madeira)

Canteiros de árvores em Nova Iorque cobertos com folhas secas e triturado de madeira.
Foto: Gabriel Kehdi

Assim como estabelece um dos muitos conceitos que regem a permacultura, todas as coisas num jardim devem apresentar mais de uma função. E o mulch não é exceção. Dê preferência para fazer o mulch com cobertura de origem vegetal, que ao se decompor irá incrementar matéria orgânica e nutrientes ao solo. Dessa maneira, além de trazer os benefícios que já comentamos da cobertura do solo, também melhoramos a fertilidade do solo. Substrato comercial, palha, fibra de coco, casca de pinus: esses materiais se decompõem com a ajuda dos microrganismos do solo, aumentando o teor da matéria orgânica. 

Foto: Manfred Richter, via Pixabay

Quando realizamos a cobertura do solo no nosso jardim para cobrir a terra de canteiros e árvores, devemos tomar alguns cuidados especiais. O principal deles é: jamais cobrir o colo das plantas. Colo é uma região muito sensível da planta, e é o ponto em que o caule vira raiz. O colo de uma planta não deve nunca estar muito exposto, nem muito coberto. Quando o colo de uma planta está exposto, ele sofre ressecamento, prejudica o desenvolvimento das raízes e reduz a estabilidade da planta. Quando o caule está muito coberto ocorre o chamado “sufocamento de colo”, que também prejudica as raízes e pode levar a planta à morte. Uma prática que é muito comum – e inadequada – é o “mulch vulcão”. Há pessoas que ficam tão entusiasmadas com a cobertura do solo que depositam quilos e mais quilos de material sobre o solo, soterrando as pobres plantinhas e árvores. Um mulch vulcão é um grande inimigo das plantas.

Quando o mulch acumula umidade e ainda há restos de material orgânico com potencial para apodrecer, inicia-se uma explosão de microrganismos que começam a decompor o material orgânico. Essa decomposição do material orgânico aumenta a temperatura do mulch, podendo a chegar surpreendentes 70°C. Essa temperatura é muito prejudicial para o desenvolvimento da planta, podendo matá-la. Esse ambiente de calor e umidade também pode favorecer o desenvolvimento de fungos e bactérias extremamente prejudiciais para as plantas, podendo causar podridão. 

Um outro aspecto importante a considerar é a origem do material a ser usado como mulch. Um material que foi mal armazenado, mantido ao relento, poderá apresentar diversas sementes de plantas daninhas, fungos e bactérias causadores de doenças, insetos indesejáveis, entre outros aspectos negativos. Ao realizar o mulch no jardim com um material de procedência ruim podemos espalhar problemas ao invés de solução. Por isso, tenha certeza de que o material escolhido para o mulch possui boa qualidade.

Foto: F. Muhammad, via Pixabay

Como aplicar o mulch no jardim:
Escolha o material da sua preferência para o mulch, e certifique-se de que a procedência seja confiável. Espalhe esse material sobre o solo de seus canteiros de modo que a cobertura tenha no máximo 3 cm de espessura, sendo 2 cm o ideal. Cubra todo o solo do canteiro, evitando que o mulch cubra o colo das plantas. Deixe um espaço entre o mulch e o caule, para garantir a circulação de ar adequada para o colo das plantas. E pronto! Fácil, não é?

Com essa dica seu jardim ficará ainda mais saudável e bem nutrido!

Plantas para sombra – por Gabriel Kehdi

A gente costuma pensar que sombra é tudo igual, mas não é. Importante: quando a gente fala em plantas de sombra, não estou me referindo àquele canto escuro da casa, embaixo da escada ou o corredor sem janelas. A base da vida das plantas é LUZ, por isso quando falamos em sombra estamos nos referindo obrigatoriamente à falta de luz direta de sol, mas com muita claridade ambiente!

Foto: StockSnap, via Pixabay

Classificação de tipos de sombra
Há três tipos diferentes de sombra, de modo geral. Essa é uma categorização minha, já que a maioria dos artigos sobre o assunto estão em inglês com termos dificilmente traduzíveis.

Podemos chamar de:
Claridade baixa – é aquela luminosidade distante da janela, mas com luz o suficiente para ler um livro com conforto.

Claridade intensa – é aquela junto da janela, mas sem luz direta do sol.

Luz indireta – é aquela claridade junto da janela, mas com algumas horas de sol (até 3 horas) por dia, no começo da manhã ou fim da tarde.
Atenção: plantas de sombra não gostam de pegar sol entre as 11h e 14h.

Importantíssimo: a luminosidade referida como claridade baixa não é o ambiente ideal para as plantas. Nesse ambiente as plantas são capazes de sobreviver com desenvolvimento lento. Dê preferência cultivar as plantinhas em claridade intensa ou luz indireta.

Um pouco sobre óptica
Outro fato importante pra considerarmos: a luz não faz curva (na verdade faz, considerando eventos astrofísicos, mas para efeitos domésticos vamos dizer que não faz). Dessa forma não espere que a planta que fica no canto da parede da janela fique feliz. A luz não pode entrar e fazer a curva para o cantinho. A melhor claridade é aquela diretamente oposta à abertura da janela.

Foto: LUM3N, via Pixabay

A luz pode ser sim refletida, e isso contribui muito para a vida das plantas de sombra. Quanto mais brancas forem as paredes, maior é o grau de reflexão de luz e maior é o volume de luz que irá incidir sobre as plantas. Mas atenção, grande parte da luz que é refletida pelas paredes é absorvida por objetos e superfícies escuras. Dessa forma existe perda de luz em ambientes internos.

Perceba também que quanto mais a gente afastar uma planta da janela, menos luz ela vai receber.

Um jeito mais “preciso” de medir
Uma forma um pouco mais “científica” de sabermos se um ambiente é bom ou não para as nossas plantas de sombra é medindo a intensidade luminosa.

O luxímetro é o aparelho que mede a intensidade de luz de um ambiente. Hoje em dia aparelhos celulares tem aplicativos relativamente bons para o serviço. Não são precisos como um luxímetro profissional, mas são gratuitos e de fácil acesso. Eu uso o Galactica para IOS.

Podemos definir os parâmetros em:
Claridade baixa: de 700 a 900 lux
Claridade intensa: de 900 a 1200 lux
Luz indireta: 1200 a 2000 lux

Para usar o aplicativo precisamos posicionar o celular no local que a planta será instalada e apontar a câmera em direção à fonte luminosa (janela, vão da varanda, porta, enfim) e o aplicativo indicará a intensidade luminosa. Para melhor compreensão, o aplicativo mede a quantidade de luz que chega na câmera, e dá o resultado em “lux”. Essa luz que chega na câmera será a mesma luz que chegará na planta que ocupará o local em que o celular está posicionado. Claro que cada aplicativo tem seu modo de operação, mas no geral são fáceis de usar.
Alguns aplicativos oferecem leitura em lux e candela. Prefira a leitura em Lux, já que os nossos padrões nesse artigo estão em Lux.

Plantas para sombra
Agora estamos com um novo olhar para cultivar nossas plantas dentro de casa ou ambientes sombreados! Muito mais profissional. Vamos ver as principais plantas para sombra de acordo com o nível de luz.

Claridade baixa (700 a 900 lux)
Zamioculca (Zamioculcas zamiifolia)
Fitônia (Fittonia albivenis)
Espada de São Jorge (Sansevieria trifasciata)

Claridade intensa (de 900 a 1200 lux)
Jibóia (Epipremnum aureum)
Marantas (Calathea; Ctenante; Maranta; Goeppertia; Stromanthe)
Columéia (Columnea sp.)
Filodendros (Philodendron sp.) (que não sejam espécies de sol)
Antúrios (Anthurium sp.)
Piléia (Pillea sp.)
Peperomia (Peperomia sp.)
Samambaias (que não sejam espécies de sol)
Corações emaranhados (Ceropegia woodii)Begônia (Begonia sp.)Hera (Hedera helix/canariensis)Singônio (Syngonium angustatum)

Luz indireta (1200 a 2000 lux)
Bromélias (que não sejam espécies de sol)
Filodendros (Philodendron sp.)
Costela de Adão (Monstera deliciosa)
Antúrios (Anthurium sp.)
Colar de pérolas (Senecio rowleyanus)
Samambaia paulista (Nephrolepsis sp.)
Medinila (Medinilla magnifica)
Cheflera (resiste à sombra, mas é de meia-sombra) (Schefflera arboricola)Dracena surculosa (Dracaena surculosa)  
Flor de cera (Hoya sp.

Faça o teste, meça a intensidade luminosa da sua casa e busque as melhores opções para deixar seu lar ainda mais aconchegante.

Xeropaisagismo e os jardins de Steve Martino – por Vitoria Davies

Na esteira da preocupação mundial com o progressivo esgotamento dos recursos hídricos do planeta, surge a moda do xeropaisagismo (grego xeros ‘seco’), isto é, a predominância de xerófitas no paisagismo, plantas que requerem pouca água, em geral por serem dotadas de caules e folhas carnudas para armazenar água, às vezes cobertas com uma camada de cera para diminuir a evaporação. São plantas que normalmente habitam áreas secas, como desertos, semi-áridos, caatingas e cerrados. O xeropaisagismo se tornou forte tendência em anos recentes e se mantém como uma das principais tendências do paisagismo para 2020, como reflexo da necessidade de se preservar nossos recursos hídricos e o meio ambiente. 

Estudos divulgados pela ONU em 2000 mostram que, em 2025, 45% da população mundial ficarão sem água potável. O desperdício de água e o elevado índice de natalidade dos países são os principais motivos dessa grave situação. Embora três quartas partes da superfície da Terra sejam compostas de água, a maior parte não está disponível para consumo humano, pois 97% são água salgada, encontrada nos oceanos e mares, e 2% formam geleiras inacessíveis. Apenas 1% de toda a água é doce e pode ser utilizada para consumo do homem e animais. Se mantivermos nosso padrão de consumo e de devastação do meio ambiente, o quadro irá se agravar mais ainda, e muito rapidamente. Daí a atual importância do xeropaisagismo.

Quando se pensa em espécies xerófitas, vêm logo à mente os cactos, as suculentas, a pata-de-elefante (Beaucarnea recurvata), o avelós (Euphorbia tirucalli), o dragoeiro (Dracaena draco), o dasilírio (Dasylirion acrotrichum) etc., mas na realidade há várias outras espécies, muito comuns e não típicas de áreas secas, que são também tolerantes à falta de água: a primavera (Bougainvillea), a lantana (Lantana camara), a grama azul (Festuca glauca), a palmeira-leque (Trachycarpus fortunei), a nandina (Nandina domestica), a ipomeia (Ipomoea purpurea), as árvores pata-de-vaca (Bauhinia variegata) e mulungu (Erythrina velutina), entre outras.

Dragoeiro (Dracaena draco). Via plantasflores.net
Dasilírio (Dasylirion acrotrichum). Foto: Vitoria Davies
Grama azul (Festuca glauca). Via Pinterest
Ipomeia (Ipomoea purpurea). Via Google
Pata-de-vaca (Bauhinia variegata). Via Google

Uma prática fundamental no xeropaisagismo é a redução de gramados, grandes vilões no que diz respeito ao uso excessivo de água. A irrigação corresponde a 73% do consumo de água do planeta, principalmente a praticada pelo setor agrícola, e o objetivo é que o paisagismo também contribua para a sua economia. 

Outra prática é o uso de plantas nativas, que, por serem adaptadas ao clima local, requerem menos regas. 

Um dos grandes expoentes do xeropaisagismo é o premiado arquiteto-paisagista americano Steve Martino (stevemartino.net). Originário do Arizona, Martino concentra seu trabalho no Deserto de Sonora. Para ele, o que define um bom projeto de paisagismo é especialmente o quão benéfico ele é para o meio ambiente, e não apenas o quão belo é e o quanto atende às necessidades do cliente. Ele usa apenas plantas nativas em seus projetos, no caso, plantas desérticas. Seus jardins são exemplos belíssimos de xeropaisagismo, aliado a uma arquitetura também excepcional, com influência do arquiteto-paisagista mexicano Luis Barragán (1902-1988) no uso de cores. 

Então, deliciem-se com alguns exemplos do trabalho deste xeropaisagista por excelência…

Via Pinterest
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Via Pinterest
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Via Pinterest

As várias faces do marketing digital – por Chris Lara

Se alguém te pedir uma “ajudinha” para escolher as melhores espécies para criar um jardim exuberante, funcional e com baixo custo, você provavelmente terá que explicar que projetar um jardim não é tão simples assim. Terá que falar das N variáveis que podem interferir no resultado final.

Com o marketing também é assim. Por mais que existam fórmulas sendo apresentadas por especialistas nos muitos tutoriais disponíveis na internet, é preciso entender que, assim como no caso do jardim, não é algo tão simples. Apesar de mais acessível, o marketing digital, envolve conceitos e ferramentas que, às vezes, podem ser técnicos demais.

Por isso, para profissionais que não são da área mas precisam usar o marketing para alavancar o negócio, sugiro que, antes de estudar estratégias como Google ads, engajamento orgânico no Instagram ou marketing de atração (também conhecido como inbound marketing), invista tempo e energia para entender como se comunicar com seu público no canal escolhido.

Como? Testando! Esse é um dos grandes benefícios do marketing digital: ele é mensurável. Tanto é que a maioria das ferramentas de marketing já tem a análise de dados dentro de sua configuração básica. Assim, você pode avaliar o impacto das ações para montar a melhor estratégia. Em outras palavras: publique e avalie o resultado. Deu certo? Repita. Não deu? Faça diferente.

Vamos usar o exemplo do Instagram, provavelmente a ferramenta mais usada atualmente por profissionais autônomos.

O Instagram oferece para contas empresariais a ferramenta Instagram Insights, com análises sobre atividades, conteúdos compartilhados e público da página. O objetivo aqui não é explicar cada função disponível (a própria ferramenta traz a descrição dessas funções), mas, sim, estimular o uso desses dados para entender de que o seu público gosta e o que pode trazer mais resultado.

Fique atento ao seguinte:

O perfil dos seus seguidores: Informações sobre gênero, faixa etária e localização podem ajudá-lo a conhecer seu público, ainda que superficialmente, e ajustar a sua comunicação para atingí-lo.

O alcance das suas postagens: Ao comparar quais publicações apresentaram maior alcance, você pode focar em temas ou ideias com maior probabilidade de atingir mais pessoas. Considere variáveis de dias da semana e horário, pois elas representam a disponibilidade do seu público para interagir com seu conteúdo. Se os seus potenciais clientes têm baixa interação em horário comercial, por exemplo, por que concentrar suas publicações nessa hora do dia?

O comportamento da sua audiência: Você publica uma foto que tirou de uma planta que gosta muito e escreve na legenda: “Quem mais acha essa planta linda?”. Aí vem o resultado: uma única resposta com aquelas mãozinhas batendo palma. Não ignore esse sinal e continue criando postagens com a mesma intenção. Se você quer usar a ferramenta para chamar a atenção do seu público, precisa criar novas formas de fazer com que o seu conteúdo seja bom o suficiente para essas pessoas a ponto de fazê-las interagir.

Está vendo como não há respostas prontas? É preciso testar para ver se o público vai gostar de ver seu dia-a-dia de trabalho como paisagista, se ele se interessa por plantas exóticas, se ele gosta apenas de ver projetos acabados, ou se quer saber mais sobre cuidados com o jardim.

Faça testes de engajamento por tipo de conteúdo, por horário e dia de postagem, por uso de # e tudo mais que for mensurável. Repita o que deu certo, abandone o que não deu. Faça uma nova análise e siga testando. Só assim você vai entender a melhor forma de se comunicar. Qualquer semelhança entre essa rotina de marketing e a complexidade de um jardim não são mera coincidência.

Costela de quem e deliciosa por que? por Juliana Freitas

Queridíssima dos paisagistas brasileiros, adorada por todos no Brasil e em muitos países do mundo, ela nunca saiu de moda e nem vai !!!
Estou falando da Costela de Adão que leva o nome cientifico de Monstera deliciosa.
Para matar a curiosidade, o nome Costela de Adão surgiu porque a folha parece mesmo uma costela, meio óbvio né?

Mas vocês sabem os porquês do nome científico?
Monstera é a palavra em latim para “monstruosa” devido ao formato e tamanho de suas folhas pouco comuns, é na verdade um Gênero que tem aproximadamente 60 Espécies mas, eu diria que a deliciosa é a mais famosinha !!!
Deliciosa porque ela oferece um fruto comestível, e por isso está na lista das PANC ́s (Plantas Alimentícias Não Convencionais), que é considerado delicioso !!!
Com esse desenho de folha incrível elas destacam-se em qualquer lugar, seja um vasinho com uma única folha na água, seja em um jardim com um grande maciço de mudas.

Monstera deliciosa no Jardim. Fonte: Pinterest

Elas sobem, descem, se esparramam… aceitam poda tranquilamente, aceitam sol apesar de preferirem uma sombrinha fresca enfim, são seres sem “mimimi” e que não costumam exigir muito.
Assim vocês podem usar e abusar dessa planta, basta apenas o mínimo necessário como um substrato rico em matéria orgânica, regas frequentes que mantenham a umidade do solo e tutoramento, pois trata-se de uma trepadeira.
Um detalhe que vale comentar é que as folhas, na verdade toda a planta é tóxica e pode causar algumas lesões na pele.

Fruto da Monstera deliciosa. Fonte: Pinterest.

No entanto, o fruto é muito benéfico para a saúde, vejam o que diz a fonte O Herbalista:

Rica em vitamina C: A vitamina encontrada na fruta, é ótima no auxilio da cicatrização de ferimentos, ajuda a manter a saúde do coração, auxilia na prevenção de doenças degenerativas e tem papel fundamental na metabolização de outros nutrientes.

Protege da Anemia: Auxilia na absorção de ferro dos alimentos consumidos, o que é benéfico na contagem de glóbulos vermelhos e aumento da hemoglobina. Ao consumi-la você ajuda seu corpo a se proteger dos efeitos devastadores da Anemia.

Fonte de Proteínas: Como fonte de proteínas, a Costela de Adão, ajuda seu corpo no aumento da imunidade e também na circulação sanguínea, digestão e metabolismo.

Controle do peso: Com baixa quantidade de gorduras e uma adequada quantidade de carboidratos, o consumo da fruta pode auxiliar no controle e perda de peso.

Rica em Fósforo: O Fósforo é um nutriente essencial, necessário para o funcionamento celular, regulação do cálcio, para manter ossos e dentes fortes e para fazer ATP (adenosina trifosfato) uma molécula que fornece energia para as nossas células.

https://o-herbalistabr.blogspot.com/2017/04/costela-de-adao.html

Monstera deliciosa em vasos
Monstera deliciosa subindo pela parede – planta trepadeira

E tem outras variações interessantíssimas como a Mini Costela de adão que não cresce tanto e não tem a folha tão grande, bem apropriada para vasos pequenos e cantinhos especiais da casa, ou a de folha variegata que é  maravilhosa e bem menos comum.

Monstera deliciosa variegata

Mas na minha opinião, a deliciosa não deveria reinar sozinha porque outras também têm seu charme, como é o caso da Monstera obliqua e tantas outras variedades…

Monstera obliqua
Monstera obliqua

E como se não bastasse a utilização nos jardins que só aumenta com essa moda toda, está cada vez mais frequente nos depararmos com as folhas dessas plantas em estampas de roupas, acessórios e objetos de decoração.

Por enquanto eu continuo fascinada e viciada nessas belezas tropicais mas, espero que a gente não “enjoe” de ver tanta costela-de-adão em nossas vidas !!!
Até nosso próximo PAPO !!!

Problemas com gramados (e soluções) – por Gabriel Kehdi

Nesse período de verão o maior crescimento do gramado pode mascarar problemas que se revelam em outras épocas do ano. Saiba como identificar os problemas dos gramados e como evitá-los.

Vamos começar com 5 dos erros mais comuns na manutenção dos gramados:

1. Não irrigar

Esse é um dos problemas mais comuns que encontro nas minhas consultorias. Gramado é um tipo de forração que “bebe água”. Gramado precisa de muita água para crescer com saúde, isso porque a incidência do sol sobre a grama (e indiretamente sobre o solo) faz com que as taxas de evapotranspiração (evaporação de água da terra somada com a transpiração da grama) sejam muito elevadas.

A água para a planta é fundamental não só para a hidratação, como também para a fotossíntese, uma das reações metabólicas mais importantes. Sem água a planta perde eficiência e não cresce direito, podendo inclusive secar e morrer.

Um gramado sem irrigação tem um crescimento muito mais lento, com muito mais palha seca e muito mais falhas. Uma grama pouco irrigada aguenta menos o pisoteio e o sombreamento.

Com isso em mente, não deixe de irrigar seu gramado pelo menos duas vezes por semana.

(Foto: Gabriel Kehdi)

2. Não adubar

Um gramado sem adubação depende apenas dos nutrientes presentes no solo. E se o solo for pobre em nutrientes, essa nutrição da grama será rapidamente afetada.

Toda vez que a gente corta a grama, recolhe a palha e joga fora, estamos contribuindo com um fenômeno chamado de “exportação”. Para a folha da grama crescer, a grama precisa retirar nutrientes essenciais do solo. Esses nutrientes estão presentes nas folhas para que a grama realize todas as suas funções metabólicas. Quando a gente corta a grama, esse nutriente que saiu do solo e foi para a folha é removido do gramado. Não volta mais. Se a gente corta a grama sem repor os nutrientes que estamos “exportando” (muitas vezes para o lixo – considere fazer uma composteira caseira para transformar aparas de grama em adubo), logo o solo ficará pobre em nutrientes e a grama enfraquecerá.

Adubação do gramado é fundamental, seja mineral ou orgânica. Mas atenção: não fazemos adubação no inverno. As melhores épocas de adubação do gramado são primavera, verão e começo do outono.

(Foto: Gabriel Kehdi)

 3. Corte raso

Esse é um hábito comum de nós brasileiros. Muitos donos de jardins com gramados e muitos jardineiros têm por hábito fazer o corte da grama “escalpelando” a vegetação da terra. E o nome técnico para esse problema é bem esse, do inglês “scalping”.

Ao fazer o corte raso da grama, estamos reduzindo muito a área foliar capaz de fazer fotossíntese. Com isso a grama vai demorar muito mais tempo para crescer, além de ficar enfraquecida.

Outro problema muito associado com essa prática é a entrada de plantas daninhas. Como a grama fica falhada, as daninhas se instalam com muito mais facilidade, já que não há tapete de grama para proteger a terra.

À altura de corte ideal é de 5cm (para grama Esmeralda, São Carlos e Batatais), a partir do nível do solo.

(Foto: Gabriel Kehdi)

4. Não descompactar/ aerar o solo

Aerar o solo não é um hábito em jardins residenciais. Aliás, acho que nunca encontrei um cliente que fizesse aeração do solo. Essa é uma prática comum para gramados esportivos, mas igualmente importante para gramados residenciais.

Aerar o solo diminui a compactação superficial, naturalmente criada pelo caminhar sobre a grama, irrigação ou chuva.

A aeração também favorece e estimula um melhor enraizamento da grama, contribui com a drenagem do solo e por isso diminui os riscos de doenças fúngicas do gramado decorrentes de “empoçamento”.

(Foto: Gabriel Kehdi)

5. Cortar só quando o gramado está grande.

Esse é um hábito muito (muito) comum em condomínios e residências que querem economizar com o jardim. E não há nada de errado em buscar economia – aliás, um dos fatores mais importantes de um jardim bem cuidado é eficiência do serviço com custo baixo.

Mas na busca por economia e desconhecimento das necessidades do gramado, esse corte só quando a grama está grande causa mais mal do que bem.

As plantas daninhas são uma realidade. Não há jardim no mundo que esteja livre delas. Elas vão aparecer, mais cedo ou mais tarde. É praticamente uma corrida: a planta daninha germina e a gente se antecipa para remover antes que ela floresça e espalhe sementes sobre o solo. 

Quando a gente só corta a grama quando ela está grande, o que acontece? A planta daninha tem tempo livre de crescer, florescer e espalhar sementes. Por isso o corte “atrasado” do gramado contribui com a infestação de daninhas no jardim.

(Foto: Gabriel Kehdi)

Todos esses problemas estão entrelaçados. E um agrava o outro. E no período do inverno é quando a grama está mais sofrida, devido à falta de água, corte raso, compactação, presença de plantas daninhas…. e muitas vezes também com doenças fúngicas de difícil controle, identificadas por manchas amarelas típicas no gramado.

Eu vou dizer aqui o que sempre digo: gramado precisa de rotina! Irrigação frequente, corte no tempo certo, adubação no tempo certo.

Coloque a manutenção do seu gramado no calendário e aproveite o melhor que seu jardim pode oferecer.

Afinal, jardim não é nada barato.

Vamos falar de marketing humanizado? por Chris Lara

No mês de novembro, tive a oportunidade de participar do maior evento de marketing digital da América Latina, o RD Summit. Entre tantos temas técnicos envolvendo estratégias online, uma frase me chamou a atenção: “Faça ao próximo o marketing digital que gostaria que fizessem para você”, dita pela especialista Liliane Ferrari.

Ela estava falando do Marketing Humanizado, também conhecido como human-to-human. Um despertar para muitas marcas que se perderam e, principalmente, perderam a conexão com o seu público usando mensagens genéricas e desconsiderando o fator humano de quem está do outro lado.

Esse novo olhar reforça a necessidade de construir uma relação de confiança entre empresa e cliente.  Relação essa baseada em três pilares:

Emoção: As emoções fazem parte dos seres humanos. Quando somos tocados por uma história significativa, criamos uma conexão com a mensagem passada e tendemos a guardar essa experiência na memória.  O foco deixa de ser o produto acabado – por exemplo, o jardim pronto – e  se volta para a narrativa, a história por trás daquele projeto:  quem o idealizou, quem são as pessoas que irão usá-lo, como irão usá-lo… Histórias reais.

Empatia: Cada experiência pode e deve ser customizada. Afinal, cada pessoa é de um jeito. Esse pode parecer um conselho genérico demais, mas aqui cabe o exercício de observar diferentes etapas do seu processo, do pré ao pós venda: o tempo para entregar um orçamento, o cumprimento do prazo de execução, o compartilhamento de informações sobre o projeto, o entendimento de que talvez o cliente não entenda de plantas e como cuida-las, e por aí vai. Será que existe algum aspecto que pode ser melhorado para valorizar mais ainda o cliente e mostrar que você se importa com o tempo dele?

Ética: Na maioria das vezes, seu cliente não dará atenção aos cursos de paisagismo e técnicas avançadas que você possa ter feito. O que realmente importa para ele é sua capacidade de ajudá-lo a resolver o problema específico que ele traz – sem criar outros! Ele precisa confiar que você trabalha com profissionais e empresas sérias, com produtos de qualidade e que irá fazer bom uso dos recursos.

Levando todos esses fatores em consideração, é hora de perder o medo (ou a preguiça) e colocar sua estratégia de marketing humanizado em ação. Lembre-se: quem não é visto não é lembrado.  Se você tiver sempre em mente a frase “faça ao próximo o marketing digital que gostaria que fizessem para você”, não tem erro. Você será capaz de criar um diálogo com seu público honrando valores que são importantes para todos vocês.

Tendências do paisagismo para 2020 – por Vitoria Davies

Quando pensei em escrever sobre este tema, me veio imediatamente o desejo de entender como de fato surgem as tendências… E lá fui eu fazer uma das coisas que mais gosto de fazer – além de paisagismo, é claro: pesquisar origens, causas, evolução de movimentos vários. 

A cultura humana se desenvolve através de um ciclo constante de inovação e cópia. A famosa frase atribuída ao químico francês Antoine Lavoisier, “Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”, foi ganhando novas interpretações, especialmente nestes tempos de maior acesso a informação: “Na Natureza nada se cria, tudo se copia”, ou como afirmou o escritor e diretor Kirby Ferguson em seu documentário sobre o tema: “Everything is a Remix” (Tudo é um remix), defendendo que a seleção e combinação de referências são a origem das grandes inovações e que mesmo os gênios às vezes se apropriam de ideias às quais sua genialidade confere uma nova dimensão.

De qualquer forma, tendemos a imaginar que alguém muito criativo pensa em algo inovador que cai no gosto de um grupo e que, a partir daí, isso vai se espalhando por outros grupos, até virar uma “tendência”. O processo não é tão simples assim. Em primeiro lugar, mesmo as pessoas muito criativas não estão imunes à influência dos contextos social, econômico, político e tecnológico, que engendram novas formas de comportamento. Além disso, hoje mais do que nunca as previsões para o mercado, indústrias, sociedade são feitas com base em análises de tendências quase que científicas; muitos fabricantes recorrem a empresas de futurologia para garantirem que seus produtos reflitam as tendências previstas nessas pesquisas e, assim, assegurarem boas vendas e bons lucros.

No mundo globalizado em que vivemos, hoje as tendências tendem a ser globais. E não poderia ser diferente com o paisagismo. 

As tendências previstas para o paisagismo em 2020 refletem os problemas e limitações que afetam cada vez mais o mundo em que vivemos, e constituem maneiras de tentar reverter o tanto quanto possível esse estado de coisas. Como não se trata de problemas anuais, várias dessas tendências parecerão as mesmas de anos recentes – os problemas subsistem, portanto o foco continua neles. A ênfase está na valorização e proteção da natureza, dada a atual precariedade do mundo natural, e no recurso ao verde como forma de promover melhor qualidade de vida num mundo em que a urbanização é crescente. Hoje, mais de 50% da população mundial habitam em cidades, e a projeção é de que até 2050 esse número chegue a 70%. 

Para produzir a lista das principais tendências, me baseei no relatório do Garden Media Group (Seeing 20/20), organização que há 20 anos prevê tendências para o paisagismo e a indústria da jardinagem em nível mundial; em feiras no Brasil e no exterior – especialmente a Spoga+Gafa, na Alemanha, considerada a maior do setor no mundo; e em trocas com paisagistas brasileiros. São elas:

1.Prédios verdes/ Sustentabilidade – com pouco impacto ambiental, visando também o combate a poluição e melhora efetiva no bem-estar dos moradores:

Via Google Imagens

2. Aumento de áreas verdes urbanas, para se escapar da agitação da cidade.

3. Ambientes mais verdes nas empresas.

4. O jardim como uma extensão da sala de estar:

Via Google Imagens

5. Cozinhas mais completas no jardim:

Via Google Imagens

6. Urban Jungle – Cultivo de muitas plantas dentro de casa. Uso de plantas de interior altas:

Via Google Imagens

7. Xeropaisagismo – Cultivo de espécies xerófitas, que exigem pouca água e têm alta resistência a doenças, ventos fortes, raios solares intensos, ambientes hostis: cactos, suculentas, pata-de-elefante, aloé, agave, pata-de-vaca, entre outras. 

Projeto de Vitoria Davies Paisagismo

8. Uso de plantas que atraem insetos.

9. Aumento do cultivo de PANCS (Plantas Comestíveis Não Convencionais) – Além de serem espaços onde relaxar, jardins, varandas, terraços passam a ter também um outro propósito, mesmo no paisagismo comercial.

10. Aumento de uso de nativas.

11. Jardinagem orgânica / compostagem.

12. Uso de materiais naturais – madeira natural, de fontes certificadas; vasos de material orgânico etc.

13. Uso de produtos e materiais renováveis, reciclados, reusados – pisos, móveis feitos de plástico reciclado etc.

14. Móveis e plantas pendentes.

Projeto de Catê Poli Paisagismo. Fotos de Evelyn Múller.
Via Google Imagens

15. Cores – 50 tons de mar…

Há mais de duas décadas, a Pantone, marca famosa que dita as tendências no mundo das cores, lança todos os anos um guia de cores que serão destaques no ano seguinte e que em geral simbolizam a era ou o momento em que estamos vivendo. A vice-presidente do Pantone Color Institute, Laurie Pressman, deixou escapar recentemente em uma feira, antes do anúncio oficial das cores para 2020, que a inspiração será o mar: tons de azul e verde. 

Via Google Imagens

Essa tendência já aparece em lançamentos de fabricantes de tinta brasileiros. A Suvinil, por exemplo, acaba de lançar a sua cor do ano para 2020: Mantra, que se dilui em outros dois subtons: Horizonte e Contemplação.

Verde Mantra, da Suvinil. Via Casa Abril

Enfim, essas são as principais tendências para o paisagismo 2020 nesta nossa Aldeia Global…